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CNJ aprova novas diretrizes para uso de IA no Poder Judiciário

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Resolução do CNJ estabelece parâmetros para uso de modelos generativos, exige explicabilidade e define responsabilização por decisões automatizadas nos tribunais.

Por que isso importa para o advogado?

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O Plenário do CNJ aprovou a Resolução 615/2026, que estabelece diretrizes para uso de inteligência artificial em processos judiciais.

A norma exige explicabilidade dos modelos, registro de logs, auditoria contínua e supervisão humana obrigatória em atos decisórios.

A resolução veda o uso de IA para atos privativos de magistrados sem revisão humana, mas admite o uso em triagem, minutas e pesquisa.

Pontos principais da decisão

  • Explicabilidade e supervisão humana obrigatórias.
  • Vedação a decisões totalmente automatizadas.
  • Auditoria contínua e registro de logs.
  • Prazo de 180 dias para adaptação dos tribunais.
  • Advogados devem revisar peças geradas por IA.

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